As causas reais da doença

Não seja influenciado por falsas verdades

Durante muito tempo muitas informações erradas nos foram transmitidas de forma desleal e irresponsável, por muito tempo fomos levados a crer que os problemas de saúde que adquiríamos eram única e exclusivamente de nossa responsabilidade, de certo modo até que sim, porém não por nossa culpa, afinal, fomos enganados por longos anos e agora, esperamos poder revelar algumas das verdades que nos foram ocultadas. Chegou a hora de conhecer verdades não reveladas sobre os alimentos que ingerimos. Não basta apenas falar que um determinado alimento faz mal, isso é muito pouco, é necessário saber de fato o porquê de aquele ou outro alimento ser responsável por causar danos a nossa saúde. Como um determinado alimento contribui diretamente para o surgimento de cânceres, obesidade, fadiga crônica, e muito mais, iremos mostrar também, como a escolha certa do que ingerir pode fazer com que você não seja vítima destas e muitas doenças.

O nosso "Sistema de Saúde" é, na verdade, voltado para a doença. Digo isso porque este sistema busca observar os sintomas e não as causas reais das doenças. Tampouco aborda o ser humano como um todo.

Desde muito cedo somos condicionados a acreditar que a única forma de cura se dá através dos medicamentos químicos. Provavelmente você tem conhecimento de um ou mais casos de doenças crônicas em parentes ou amigos próximos. Pode-se observar nessas pessoas não apenas o prolongamento sem fim da doença mas também o aparecimento de problemas colaterais - além da dependência do medicamento químico. Não costumamos investigar as causas das manifestações físicas das nossas doenças porque não somos estimulados a isso, e para piorar, as doenças crônicas crescem 5% ao ano.

Ouvimos muitas mentiras e mitos sobre as doenças ao longo de nossas vidas, fruto de um sistema que obtém lucros enormes à custa do sofrimento alheio. Pelo menos 70% dos produtos alimentícios divulgados pelas mídias são prejudiciais à saúde. Você já observou a quantidade de corantes, conservantes e aditivos que existe nos alimentos industrializados?

Outro aspecto preocupante, é o modelo biomédico das universidades e faculdades, que formam os profissionais da área da saúde. Esse modelo visa entender de doenças e “tratar” sintomas, mas não tem foco nas causas das doenças nem na a cura integral do paciente.

O sistema político, através de ministério e secretarias de saúde, pouco investe na prevenção de doenças e na promoção da saúde. Eles adotam o modelo da indústria farmacêutica, que é de dar remédios para combater os sintomas das doenças. 

E assim temos um modelo de tratamento quem em sua grande maioria dos casos, prolonga o sofrimento das pessoas portadoras de alguma doença crônica. Um sistema ineficaz, desrespeitoso e indigno para com o ser humano.

Existe uma conspiração entre a indústria farmacêutica, a classe política e as instituições de formação, aliadas desde 1910, com a publicação do relatório FLEXNER nos Estados Unidos, que tem sido um instrumento para enganar pessoas e lucrar muito, cada vez mais. Informações errôneas, disseminadas através dessa conspiração, foram e são mais que suficientes para confundir até mesmo as pessoas mais inteligentes.

A verdade é que jamais deveríamos ter como única opção tomar medicamentos químicos para tratar doenças, sejam elas crônicas ou agudas, pois temos à disposição a medicina funcional (a Epigenética ou Nutrigenética), esta nova medicina, surgiu após 2003 com a publicação do projeto genoma, onde ficou evidente que quem interfere na biologia humana é a nutrição, a Nutrigenética, e não a genética como se imaginava. Além disso, possuímos a medicina Ayurvédica, a medicina tibetana, a medicina chinesa, a homeopatia, entre outras, que conseguem curar doenças usando recursos naturais, tais como ervas, acupuntura, mudança de hábitos alimentares e até mesmo mudança no estilo de vida.

Eu mesmo fui testemunha disso, até meus 25 anos de idade sofria de rinite alérgica crónica, quando criança, passei por inúmeros tratamentos à base de injeções, testes alérgicos, e sem nenhum resultado positivo, sempre refém de remédios químicos. Foi quando através de um livro de Yoga que comprei para poder melhorar a capacidade respiratória, pois na ocasião eu praticava caça submarina em apneia, e através deste livro, aprendi não somente técnicas de aumentar a capacidade respiratória, mas também a aprender como a alimentação tinha profundo impacto na saúde integral do indivíduo. Passei a mudar hábitos alimentares e em pouco tempo tive uma nítida e surpreendente melhora do sistema respiratório, a rinite começou a apresentar sinais concretos de cura, e logo em seguida, até hoje eu nunca mais soube o é rinite alérgica. Fortaleci meu sistema imunológico e desde então. Eu não sabia o que era usar medicamentos para combater alguma enfermidade, pois as enfermidades não se manifestavam. Obviamente o yoga teve um papel magnifico em tudo isso, mas, não somente isso, a mudança de hábitos alimentares errados e fizeram toda a diferença.

Se observarmos, todos esses sistemas terapêuticos orientais foram criados para investigar o indivíduo de forma integral e não apenas atacar os sintomas das doenças sem identificar suas reais causas.

Hipócrates, a 400 anos antes de Cristo já dizia: "Que seu alimento seja o seu remédio e seu remédio seja o seu alimento". Curiosamente, o médico convencional estuda muito pouco sobre nutrição, e ele mesmo muitas vezes está doente devido a maus hábitos alimentares. Em 6 anos de faculdade de medicina um médico tem apenas de 6 a 7 horas de nutrição, ou seja, é a pessoa menos indicada a lhe aconselhar sobre o que comer. O médico que não está familiarizado com os aspectos da nutrição, que não se apropriou desse conhecimento, ele infelizmente ficou obsoleto.

Por ano, nos Estados Unidos, morrem 300.000 (trezentas mil) pessoas por causa de efeitos colaterais de medicamentos. Doenças autoimunes, pouco conhecidas há 50 anos, estão se tornando cada vez mais parte do nosso cotidiano, tendo como principais motivos o uso indiscriminado de medicamentos e produtos alimentícios que consumimos, além, é claro, maus hábitos e estilo de vida inadequado. Nas doenças autoimunes o corpo passa a atacar a si próprio.

Reconhecidamente, a maioria das doenças têm um fundo psicossomático. Apesar disso, o médico não costuma estar capacitado para investigar aspectos emocionais e afetivos que costumam estar na origem das doenças do corpo.