Sal Rosa do Himalaia

SAL é um nutriente, o "sal" de cozinha, refinado é cloreto de sódio, é um anti-nutriente, causa hipertensão. SAL é uma coisa, cloreto de sódio é outra bem diferente.

Antes de falarmos sobre o SAL, é importante esclarecer que SAL e Cloreto de Sódio são muito diferentes. O cloreto de sódio, que é aquele “sal” de mesa, branquinho, refinado, isso não é SAL. O SAL verdadeiro, ele é constituído de mais de 80 minerais, dentre eles, minerais importantíssimos e imprescindíveis para a saúde do corpo, como é o caso do magnésio, cuja deficiência está relacionada com hipertensão, fadiga, entre outros.

O SAL que era utilizado até o século XX não passava pelo processo de refinamento, o que faz uma enorme diferença, não é novidade que a partir do século XX iniciou-se o período da industrialização, onde, uma quantidade enorme dos minerais existentes no SAL foram retirados, com a finalidade de tornar o SAL comercialmente “melhor” para ser vendido, pois por exemplo, o SAL em sua forma integral, ele é higroscópico, ou seja ele fica úmido, ele entupiria os saleiros, por causa do magnésio presente no SAL, e retirando o magnésio, o “sal” ficaria mais sequinho e consequentemente não estouraria as embalagens. Este tipo de “sal”, ele não nutre, apenas salga.

Neste processo de refino, são retirados praticamente todos os minerais, ficando apenas o Cloro e o Sódio, na forma de Cloreto de Sódio, e aqui é que está a origem de todos os males, o cloreto de sódio, que é o “sal” de cozinha branquinho, soltinho que passa facilmente pelos saleiros, este sim, é responsável por trazer problemas na saúde, por causar hipertensão em 30% da população, isso mesmo, em média, apenas 30% da população sofre com problemas de hipertensão com o uso do “sal” cloreto de sódio, os demais não. Mas os problemas não ficam apenas nos mais de 80 minerais que foram retirados do SAL, para que o SAL fique branquinho, sequinho, também são adicionados SOLVENTES, que são “venenosos”. O fato é que devemos compreender que o sal industrial é “enriquecido” com aditivos químicos, e para evitar a liquefação e a formação de pedras, ele recebe oxido de cálcio (cal de parede) que favorece também o aparecimento de pedras nos rins e na vesícula biliar devido à sua origem não natural. Depois, outros aditivos são usados, como o ferrocianato, fosfato tricálcico de alumínio, silicato aluminado de sódio e agentes antiumectantes diversos, entre eles o óxido de cálcio e o carbonato de cálcio.

O problema não é o SAL em si, mas sim o “sal” refinado. E o grande problema é que a maioria das pesquisas são feitas com a utilização deste “sal”, por isso, ouvimos dizer que diminuindo o “sal” a pessoa hipertensa melhora, errado, a verdade é, tirando o cloreto de sódio melhora, obvio, se eu tiro ou diminuo a concentração de um “veneno” no corpo, ocorre uma melhora. Ao invés de usar o “sal” refinado, utilize um SAL marinho integral, ou mesmo flor de sal ou Sal Rosa do Himalaia, paradoxalmente você notará que a pressão irá baixar, pois neste SAL em seu estado natural contém magnésio, que é responsável por mais de 350 reações enzimáticas no corpo, entre elas controle da pressão arterial.

Para se ter uma ideia, água do mar é muito rica, no que se refere aos minerais, ela é proporcionalmente semelhante à do sangue humano, o sal que existe na água do mar é menor do que o sal que existe no sangue humano, mas se analisarmos partículas/milhão, existe mais sal no sangue do que sal na água do mar. O corpo precisa de SAL, não na forma de cloreto de sódio.

Existem inúmeros processos biológicos onde o SAL é essencial, alguns deles são:

 Composição de componentes importantes do plasma sanguíneo, fluído linfático, fluido extracelular e líquido amniótico.
 Transporte de nutrientes para dentro e fora de suas células.
 Manutenção e regulação de pressão arterial.
 Dar suporte a saúde das populações de células da glia no cérebro, que são essenciais para a formação da camada protetora denominada mielina, que circunda a porção do neurônio que conduz os impulsos elétricos, bem como outras funções vitais neurológicas.

Existem enzimas dependentes de sódio, são necessárias para a digestão de carboidratos, para reduzir carboidratos complexos e açúcares a monossacarídeos como a glicose, frutose e galactose; o sódio também está envolvido no transporte destes monossacarídeos através da parede intestinal. Embora o sal seja a fonte alimentar mais comum para esses elementos essenciais, o sódio também está disponível a partir de vários alimentos que contenham sódio naturalmente, nós recisamos de sódio, (NÃO NA FORMA DE CLORETO DE SÓDIO).

Íons cloreto também ajudam a manter o volume adequado de sangue, pressão arterial e o pH dos fluidos corporais. O cloreto é um íon extracelular importante e contribui para muitas funções do corpo, incluindo a manutenção da pressão arterial, equilíbrio ácido-base, atividade muscular e a circulação de água entre compartimentos de fluido. O cloreto é o principal componente do ácido clorídrico, que é necessário para a digestão de proteínas.

Os sintomas de hipocloridria (baixa de ácido clorídrico) incluem distensão abdominal, acne, deficiência de ferro, arrotos, indigestão, diarreia e várias alergias alimentares. O cloreto é disponível em muito poucos alimentos e o cloreto adequado deve ser obtido do SAL.

O SAL é tão importante, que graças aos minerais existentes nele, ele consegue alcalinizar a água, torná-la mais alcalina, e isto pode ser verificado na própria cozinha, pegue dois copos d'água e encha-os com a mesma água, verique o pH da água antes do teste, ambos os copos d'água terão o mesmo pH. Em um copo coloque SAL integral (Sal Rosa do Himalaia, SAL Marinho NÃO REFINADO, Flor de Sal), e no outro copo ponha o "sal" de cozinha refinado, notará nitidamente que, no copo onde foi usado o SAL houve um aumento do pH, tornando a água mais alcalina, mais rica em oxigênio, e no outro copo onde foi usado o "sal" refinado, houve uma diminuição do pH da água, tornando-a mais ácida.